Também destacaram a participação do presidente da Câmara, Hugo Motta, do relator Léo Prates e do deputado Alencar Santana nas negociações.Segundo o entendimento apresentado, a proposta reduzirá imediatamente a jornada semanal para 42 horas, até sessenta dias após a promulgação da medida.Posteriormente, a transição avançará durante doze meses até consolidar a jornada semanal de 40 horas, preservando salários e garantindo previsibilidade produtiva.As entidades avaliaram que a proposta melhora condições de trabalho e oferece tempo adequado para que empresas reorganizem processos e adaptem atividades.Além disso, as centrais defenderam que o fim da escala 6×1 representa avanço histórico alinhado às reivindicações construídas pelo movimento sindical brasileiro.De acordo com as entidades, experiências internacionais mostram que jornadas racionalizadas fortalecem produtividade, impulsionam inovação e estimulam economias mais estáveis e sustentáveis.As centrais reafirmaram mobilização permanente pela aprovação definitiva da proposta e defenderam crescimento econômico associado à qualidade de vida dos trabalhadores.
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